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LGPD1 min de leitura

Consentimento para gravar a consulta: como fazer do jeito certo

Gravar áudio da consulta exige consentimento do paciente. Veja como obter, registrar e respeitar esse direito na prática.

Por Equipe Dita


Antes de qualquer gravação, o paciente precisa ser informado e consentir. Não é burocracia: é a base legal que torna o uso do áudio legítimo perante a LGPD e a ética médica.

O que o paciente precisa entender

  • Que a consulta será gravada em áudio.
  • Para quê: gerar a nota clínica com apoio de IA.
  • Que o áudio é descartado após a transcrição (na Dita, em até 24h).
  • Que ele pode recusar, e isso não afeta o atendimento.

Registrar o consentimento

Na Dita, a tela de consulta exige marcar a confirmação de consentimento explícito antes de começar a gravar, e esse aceite fica registrado na consulta. Assim você tem o consentimento documentado, não apenas verbal.

Boas práticas

  • Explique em uma frase simples, sem jargão jurídico.
  • Deixe claro que o conteúdo é sigiloso e tratado conforme a LGPD.
  • Respeite a recusa: se o paciente não quiser, documente da forma tradicional.

Modelo de termo de consentimento para gravação da consulta

Um modelo pronto, em português, para o paciente autorizar a gravação do atendimento, alinhado à LGPD e à Resolução CFM nº 2.454/2026.

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